Blog criado para estudos,auto-conhecimento,auto-ajuda,melhora interior,evolução espiritual,etc... Somos espíritos em evolução,e para podermos melhorar cada dia,precisamos nos conhecer, aprender a lidar com as armadilhas da vida e trilhar o melhor caminho para a evolução espiritual, melhorando o Eu interior. Cada dia é uma nova chance de recomeçar!
terça-feira, 29 de abril de 2014
ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE
O amor precisa de compreensão, um entendimento maior.
Inicialmente, o amor que aprisiona, que toma posse e submete, não traduz a veracidade do sentimento.
O amor liberta, permitindo ir, ao destino que é preciso alcançar.
Não se tem divisão pelo amor, apenas soma-se.
Amor sem admiração, é pena. Amor sem respeito, é rancor. Amor sem desejo, é comodismo.
O amor levado pela mentira, é dissabor, uso inadequado da pessoa certa pelo motivo errado.
O amor, por si só, é indefinido. Ganha sentido quando qualificado pelas pessoas que o alcançam. É sublime, e está acima de tudo, não pelo o outro, mas porque dá razão para aquele o vive.
Não tem idade, peso, situação financeira, nem condições para inclusão ou exclusão.
O amor, simplesmente, é tudo que se busca, em cada fração de segundos, a cerca de sua identidade.
O amor é aquilo que se responde e, imediatamente, após, questiona-se, sem parar, pois é inesgotável.
O amor não interfere no sujeito do amor, apenas nas condições que o fazem crescer, igualmente, ao lado de quem é parceiro(a) desse afeto.
O amor é a direção que aponta para todas as demais demandas erguidas na vida.
É o que dá consistência para o que se senti, indo-se além daquilo que se pensa que é, ou, do mero estado que se está. É a fonte de matéria viva para doar-se, entregar-se, e assim conseguir compartilhar e estar vivendo.
Amar é não saber decifrar se significado, porém, tocá-lo n âmago da alma. É viver pelo outro, mas sem se anular, pois a fonte do amor encontra-se do indivíduo que oferta, e não no sujeito que recebe. É dar valor ao que se elabora, não manipulando esse sublime sentimento, como se nada o fosse.
E que a vida nos reencontre, sem que a matemos a cada dia e, com isso, a morte nos separe.
fonte:http://filosmitosritos.wordpress.com/2014/04/27/ate-que-a-morte-nos-separe/
O EGO E A IMPECABILIDADE
No fundo você sabe o que precisa mudar.
Só que seu ego vai fazer de tudo para evitar essa mudança.
Qualquer decisão ou atitude sua que ...vá contra essas mudanças, é uma tentativa do seu ego de te sabotar.
Ele vai tentar travestir sua autocomplacência e sua procrastinação com algo parecido com liberdade.
Ele vai querer te convencer que não é bem assim, que é melhor ser livre e aproveitar a vida, que todo esse papo de mudança é besteira, que você não precisa ser tão radical ou cobrar tanto de si mesmo.
Ele vai querer te convencer que todos somos humanos, e que não tem nada de mais ser do jeito que você é, com suas falhas e imperfeições.
Ele vai querer te convencer que você é imortal e tem todo o tempo do mundo para mudar, que nada é tão urgente.
Ele vai querer te convencer que é melhor ser "livre" e ser quem você é, afinal a vida é sua, e você tem que fazer o que te faz feliz.
Cabe a você deixar o ego falando falando sozinho, essa voz tagarela, agitada, imediatista e superficial, e ouvir sua voz interior, aquela que é calma, profunda, verdadeira e sábia.
O ego nos faz confundir fraqueza interior com liberdade.
Para um guerreiro, a maior liberdade é a de ser impecável.
por: Juan Tuma
A ALEGRIA
Coloque uma pitada de alegria em tudo, faça com que essa energia transforme sua expectativa em realidade.
A alegria é um sentimento nato!
A alegria provocada por acontecimentos momentâneos não é alegria, é somente um momento de descontração!
por: Aurea Oliveira (Um espirito em Evolução)
SURTOS DE LOUCURA
o ser humano esta tendo surtos de loucura,certas atitudes tomadas talvez não tenham volta,o melhor a fazer é rever alguns conceitos,não se deixar levar ao vento,fixar os pés no chão,buscar equilíbrio,buscar estar em sintonia com o bem.
Há situações que não podemos agir com o coração e sim com o raciocínio,pois a vida tem muitas armadilhas,e talvez elas possam nos levar ao fundo do poço,e um novo recomeço pode ser doloroso,sofrido,e será que estamos preparados para as consequências de certas atitudes tomadas sem pensar.
Repensemos nossas decisões,analisemos os prós e os contras,para que num futuro próximo não tenhamos que sentir na carne as consequências de um erro que com certeza poderia ter sido evitado.
moderação,ponderação,e aceitação!!!!!
por : aurea oliveira ( Um espírito em Evolução)
QUANDO NÃO SE TEM DIÁLOGO,NÃO SE TEM SOLUÇÕES!
o silencio nem sempre se faz necessário, é imprescindível fazer uso das palavras, trocar idéias,sentir-se aliviado,e ter a certeza da solução.
buscar equilíbrio e a palavra certa,no momento exato,pode transformar uma vida inteira de incertezas,dúvidas e exclamações.
Saber falar,não é ter o dicionário na ponta da língua,e sim um linguajar com o conteúdo necessário para naquele momento,naquela situação,abrir a mente daquele que ...busca a solução da dificuldade vivida.
Interagir consigo mesmo,conhecer a sí mesmo,traz conhecimento necessário,para passar a frente,aprendizados vividos nessa ou em outras vidas.
Façamos uso do diálogo amigo,troquemos experiências,busquemos aconselhar e ser aconselhados,para que possamos arrancar de dentro de nosso coração as mágoas,ressentimentos,decepções,etc... e possamos seguir em frente livres de palavras entaladas que num futuro próximo possam nos causar muitas dores.
fale,não tenha medo,pois ficamos felizes quando ouvimos as primeiras palavras de uma criança,que são sempre de carinho,e pela vida a fora se perdem no tempo.
não se cale,coloque pra fora,fale,expresse seus planos,seus objetivos.
dedique sua vida a você,para que o mais importante que é a felicidade tão buscada possa sair de dentro do casulo que é você mesmo.
persiga o seu objetivo de ser feliz,seja realmente feliz.
converse consigo mesmo,para poder encontrar a palavra certa no momento exato!
sem diálogo,não se encontra a solução!
por Aurea Oliveira (um espirito em evolução)
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
DRAMAS DE CONTROLE
Dramas de controle são modos de agir que as pessoas criam e aprendem ( com nossos proprios pais , parentes , amigos e outras pessoas do nosso convivio) para roubar energia ou atenção das outras pessoas ;
um verdadeiro destruidor de relacionamentos e convivio pacifico e um pé no saco.
São 4 os dramas de controle principais :
- o coitadinho de mim :
a pessoa que se faz de vitima ; como se o mundo e as pessoas lhe devessem algo ; cada um está onde está por que quer e por culpa de si mesma , nunca dos outros
- o violento :
é aquele que para conseguir o que quer se torna violento seja com palavras ou atitudes ; seja homem ou mulher são os valentões da vida
- o perguntador :
é aquele que pergunta tudo , onde vc foi ??? pra que ??? por que ???? de tanto ter que responder a pessoa sugada energeticamente evita de fazer muitas coisas . de viver mesmo
- o ausente :
é a pessoa que some quando aparece um problema dela , e tb pra chamar a atenção dos outros , para que sintam falta e olhem pra ela . as drogas é um tipo de drama de ausencia
Reconheça os dramas que usa e evite-os .
e lembre-se que criamos varios outras variantes desses dramas e até dramas novos ;
Ssem os dramas, a vida melhora em uns 80 % e quanto as pessoas que fazem dramas com vc não dê importancia , não dê atenção , não ceda a sua energia a essa pessoa pois quando ela vir que o drama parou de funcionar ela para com os dramas e cresce também.
Ttem tambem boas trocas de energias como uma relação saudavel de pais e filhos, e de pessoas que se amam, mas no mundo atual esses relacionamentos são uma minoria.
Lembre-se que aprendemos os dramas inconscientemente de outras pessoas próximas, e quase todo mundo os faz, mas é dificil de reconhece-los em nós .
Observe suas atitudes com as pessoas que vc convive, e também, bom pra acabar com os dramas dos outros, é ensinar essa lição xamanica pra ela , se ela estiver aberta a ouvir e aprender.
lição xamânica
postado por: niverson alvares - grupo xamanismo (facebook)
sábado, 15 de fevereiro de 2014
PALAVRÃO
Está se tornando comum o palavrão.
A pouco e pouco, palavras de baixo calão vão sendo incorporadas ao vocabulário. Passam a ser utilizadas, habitualmente.
Lá se foram os anos em que o palavrão era utilizado pelas pessoas ditas de má educação. Hoje, atingiu status. Políticos se permitem utilizá-lo para defesa das suas ideias ou para a própria defesa.
O teatro foi inundado por artistas que fazem dos palavrões meios de comunicação. Tudo em nome de uma pretensa arte.
A televisão exibe cenas de violência e sexo, manipulando gestos e palavrões. As empresas públicas, que exploram a telefonia, permitem que, com o simples discar de um número, se ouçam piadas maliciosas e se aprendam mais alguns palavrões.
Atores e atrizes não se limitam a dizer piadas fortes. Vão além. Fazem também gestos agressivos. E o pior: o público aplaude. Como se ouvissem frases de efeito que encerrassem uma filosofia ou um ensinamento.
Pais ensinam aos filhos os palavrões. E as ocasiões para os utilizar. Para ofender os brios de alguém. Para irritar simplesmente. Ou só para desabafar.
Observamos como a linguagem vai se tornando grosseira, grotesca.
Em O livro dos Espíritos aprendemos que se reconhecem os Espíritos pela linguagem. Entre os Espíritos, como entre os homens, a linguagem é sempre um indicativo de qualidade moral e intelectual.
Ao abordar a questão da palavra, Jesus foi enérgico: Aquele que disser a seu irmão: “Raca, merecerá condenado pelo conselho. Aquele que lhe disser: és louco, merecerá condenado ao fogo do inferno.”
Raca, entre os hebreus, era um termo desdenhoso. Significava homem que nada vale. Era pronunciado cuspindo e virando-se para o lado a cabeça.
Ao afirmar que mereceria o fogo do inferno, o que significa intenso sofrimento, Jesus vai bem longe. Como pode uma simples palavra, louco, se revestir de tanta gravidade que mereça tão severa reprovação?
É que toda palavra exprime um sentimento e vai carregada de vibração correspondente. Desse modo, toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade. Constitui um golpe desferido na fraternidade.
Quando vemos nossa infância e juventude absorvendo tão rapidamente os palavrões, esquecendo as verdadeiras denominações dos objetos, lamentamos.
Alguns defendem o retorno aos antigos métodos repressores. Da pimenta na boca, palmada nos lábios à censura ostensiva em todos os veículos de comunicação.
A repressão, a agressão não resolvem o problema. Existem sempre os que afirmam que a lei existe para ser violada.
O problema é, pois, de educação. Educação do pensamento para uso da palavra devida.
A boca fala do que está cheio o coração. A boca expressa os sentimentos. A ideia é uma força criadora e nossas palavras aderem a ela elaborando formas e coisas.
De maneira simbólica, podemos comparar a palavra ao ferro gusa. Após escorrer do forno da nossa mente se solidifica nos trilhos, bons ou maus, sobre os quais o comboio da nossa existência seguirá.
Vigiemos o pensamento. Habituemo-nos à boa leitura.
Alimentemos a mente e o coração com o que é belo e bom.
A palavra tem vida. Vitalizemos o bem.
A pouco e pouco, palavras de baixo calão vão sendo incorporadas ao vocabulário. Passam a ser utilizadas, habitualmente.
Lá se foram os anos em que o palavrão era utilizado pelas pessoas ditas de má educação. Hoje, atingiu status. Políticos se permitem utilizá-lo para defesa das suas ideias ou para a própria defesa.
O teatro foi inundado por artistas que fazem dos palavrões meios de comunicação. Tudo em nome de uma pretensa arte.
A televisão exibe cenas de violência e sexo, manipulando gestos e palavrões. As empresas públicas, que exploram a telefonia, permitem que, com o simples discar de um número, se ouçam piadas maliciosas e se aprendam mais alguns palavrões.
Atores e atrizes não se limitam a dizer piadas fortes. Vão além. Fazem também gestos agressivos. E o pior: o público aplaude. Como se ouvissem frases de efeito que encerrassem uma filosofia ou um ensinamento.
Pais ensinam aos filhos os palavrões. E as ocasiões para os utilizar. Para ofender os brios de alguém. Para irritar simplesmente. Ou só para desabafar.
Observamos como a linguagem vai se tornando grosseira, grotesca.
Em O livro dos Espíritos aprendemos que se reconhecem os Espíritos pela linguagem. Entre os Espíritos, como entre os homens, a linguagem é sempre um indicativo de qualidade moral e intelectual.
Ao abordar a questão da palavra, Jesus foi enérgico: Aquele que disser a seu irmão: “Raca, merecerá condenado pelo conselho. Aquele que lhe disser: és louco, merecerá condenado ao fogo do inferno.”
Raca, entre os hebreus, era um termo desdenhoso. Significava homem que nada vale. Era pronunciado cuspindo e virando-se para o lado a cabeça.
Ao afirmar que mereceria o fogo do inferno, o que significa intenso sofrimento, Jesus vai bem longe. Como pode uma simples palavra, louco, se revestir de tanta gravidade que mereça tão severa reprovação?
É que toda palavra exprime um sentimento e vai carregada de vibração correspondente. Desse modo, toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade. Constitui um golpe desferido na fraternidade.
Quando vemos nossa infância e juventude absorvendo tão rapidamente os palavrões, esquecendo as verdadeiras denominações dos objetos, lamentamos.
Alguns defendem o retorno aos antigos métodos repressores. Da pimenta na boca, palmada nos lábios à censura ostensiva em todos os veículos de comunicação.
A repressão, a agressão não resolvem o problema. Existem sempre os que afirmam que a lei existe para ser violada.
O problema é, pois, de educação. Educação do pensamento para uso da palavra devida.
A boca fala do que está cheio o coração. A boca expressa os sentimentos. A ideia é uma força criadora e nossas palavras aderem a ela elaborando formas e coisas.
De maneira simbólica, podemos comparar a palavra ao ferro gusa. Após escorrer do forno da nossa mente se solidifica nos trilhos, bons ou maus, sobre os quais o comboio da nossa existência seguirá.
* * *
Habituemo-nos a falar o bem. Não incorporemos ao próprio vocabulário expressões de cunho malicioso ou grotesco.Vigiemos o pensamento. Habituemo-nos à boa leitura.
Alimentemos a mente e o coração com o que é belo e bom.
A palavra tem vida. Vitalizemos o bem.
Redação do Momento Espírita,
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
A VOZ E O SILENCIO
A voz e o silêncio
Aumenta volumosamente a balbúrdia no mundo.
Não há respeito pelo silêncio.
As pessoas perderam o tom de equilíbrio nas conversações, nos momentos de júbilo, nas comunicações fraternais.
Grita-se, quando se deveria falar, produzindo uma competição de ruídos e de vozes que perturbam o discernimento e retiram a harmonia interior.
As músicas deixam, a pouco e pouco, de ser harmônicas para se apresentarem ruidosas, sem nenhum sentido estético, expressando os conflitos e as desordens emocionais dos seus autores.
Cada qual, por isso mesmo, impõe o volume da sua voz, dos ruídos do lar, das comunicações e divertimentos através dos rádios e das televisões.
Há um predomínio da violência em tudo, nos sentimentos, nas conversações, nas atividades do dia a dia.
Há demasiado ruído no mundo, atormentando as criaturas.
* * *
A voz é instrumento delicado e de alta importância na existência humana.
Sendo o único animal que consegue articular palavras, o ser humano deve utilizar-se do aparelho fônico na condição de instrumento precioso, e de cujo uso dará contas à Consciência Cósmica que lhe concedeu admirável tesouro.
Jesus, o Sublime Comunicador, cuja dúlcida voz inebriava de harmonia as multidões, viveu cercado sempre pelas massas.
Sofreu-as, compadeceu-Se delas, mas não Se deixou aturdir pela sua insânia e necessidade.
Logo depois de as atender, recolhia-Se ao silêncio, fugindo do bulício, a fim de penetrar-Se mais pelo amor do Pai, renovando os sentimentos de misericórdia e de compreensão.
Procedia dessa forma, a fim de que o cansaço, que surge na balbúrdia, não lhe retirasse a ternura das palavras e das ações.
* * *
Necessitas, sim, de silêncio interior, para melhores reflexões e programações dignificantes em qualquer área do comportamento em que te encontres.
Aprende a calar e a meditar, a harmonizar-te e a não perder a seriedade na multidão desarvorada e falante.
Os grandes sábios do Cosmos sempre souberam silenciar.
Silenciar em oração perante as necessidades do outro. Silenciar em respeito ao sofrimento alheio.
Silenciar em consideração às idéias divergentes. Silenciar a vingança diante dos males recebidos.
É no mundo do silêncio que construímos as palavras edificantes que sairão de nossa boca.
É no mundo sem voz que elaboramos o canto que logo mais irá encantar ouvintes numa sala de concertos.
É no mundo do silêncio que embalamos nossos amores, que pensamos em melhorar, reformar e transformar.
Assim, saibamos dosar o silêncio em nossas vidas, evitando que a balbúrdia e a loucura se instalem.
Saibamos usar a voz com cuidado, a cada pronunciar de palavra, assim como o concertista o faz na interpretação de uma ópera.
A música elevada, assim como a vida, é feita de som, mas também de silêncio.
Redação do Momento Espírita com base no cap. Silêncio,
do livro Jesus e vida, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Assinar:
Postagens (Atom)








